quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Beatles na Era Digital


LONDRES e NOVA YORK. As músicas dos Beatles vão finalmente entrar na era digital. Mas não via o serviço iTunes, da Apple, ou qualquer outra loja de música on-line. Em vez disso, virá num USB pen drive no formato de uma maçã verde - em homenagem ao velho selo nos discos do quarteto - de 16MB, com tiragem limitada, informou ontem a EMI, que detém o catálogo dos Beatles.

A versão USB conterá as versões digitais da caixa de CDs lançada em setembro, com 14 álbuns remasterizados, além de 13 minidocumentários, capas de discos e fotos raras. Serão colocadas à venda apenas 30 mil maçãs USB.

A maçã USB será lançada dia 7 de dezembro no Reino Unido e 8 de dezembro na América do Norte. Mas já pode ser encomendada no site oficial dos Beatles (www.thebeatles.com), por US$ 279,99 - contra os US$ 180 da caixa de CDs, recorda o site Macworld.

A EMI nunca autorizou a venda de músicas dos Beatles on-line por falta de um acordo com a Apple Corps., dona do catálogo do quarteto e sem relação com a fabricante de computadores Apple.

Só que os mais apressados já encontram músicas dos Beatles na internet - ilegalmente, claro. Ontem mesmo a EMI abriu um processo em uma corte americana contra o site Bluebeat.com, que estava vendendo downloads por US$ 0,25 cada música.

O site trazia inclusive a caixa remasterizada lançada em setembro. A EMI afirmou que o Bluebeat.com não tem autorização para comercializar as músicas. A controladora do site, a Media Rights Technologies, sediada na Califórnia, não comentou sobre o processo.

Mas se alguém achar que o formato digital não combina com os Fab Four, basta aguardar. As versões em vinil devem sair em breve.

fonte:http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/11/04/beatles-chegam-era-digital-dentro-de-uma-maca-914607036.asp

Colaboração: Breno Augusto

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Composição inédita de George Harrison ganha música e está na internet


Uma composição inédita de George Harrison foi musicada por Dean Johnson e pode ser ouvida na internet. A música tem o nome de “Silence (Is its Own Reply)” e traz uma letra composta por Harrison no final dos anos 60 que foi doada para o biógrafo Hunter Davies e permaneceu esquecida até recentemente.

Em uma entrevista para o programa de Spencer Leigh na BBC Davies comentou sobre essa composição de Harrison, logo depois Leigh pediu para o músico Dean Johnson completar a letra e dar vida aquela música. Assim nasceu “Silence (Is its Own Reply)” que pode ser encontrada no YouTube.

“Acho isso inacreditável, tremendamente excitante e, sobretudo, uma completa honra”, comentou Johnson. “Minha missão foi acompanhar o sentimento de George até sua conclusão”.

No site Deanjohnsonmusic.co.uk é possível encontrar explicações sobre a música. Segundo Johnson, o biógrafo Hunter Davies e pessoas próximas ao falecido guitarrista dos Beatles acreditam que a letra fala sobre o difícil relacionamento entre Harrison e John Lennon.

Abaixo você confere a letra de “Silence (Is its Own Reply)”. As primeiras oito linhas são originais de George Harrison, o restante é de Dean Johnson.

Silence (Is its Own Reply)

I'm happy to say that it's only a dream
When I come across people like you,
It's only a dream and you make it obscene
With the things that you think and you do.

You're so unaware of the pain that I bear
And jealous for what you can't do.
There's times when I feel that you haven't a hope
But I also know that isn't true.

Every time I ask you why
Silence is its own reply

It’s so hard to prove what I can do
Compared to someone like you
You make it look easy but you still tease me
When you have got nothing better to do

When the tears are falling and its dawning
The truth will ring out so clear
That no-one’s above you and nobody can love you
Until all that pain disappears

Every time I ask you why
Silence is its own reply

By the time we have talked it over
It’s time to say goodbye
Silence is its own reply

Fonte: http://territorio.terra.com.br/noticias/?c=21305

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Música Nova de Paul McCartney Vaza na Internet

(I Want To) Come Home foi gravada para trilha sonora de filme. Curta aí embaixo:

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Show no Natal Londrino


Paul McCartney fará um show especial em Londres no final de dezembro. A apresentação de natal será realizada dia 22 de dezembro na 02 Arena, local onde Michael Jackson faria a sua série de 50 shows.

A apresentação, primeira de Mccartney em um grande palco londrino desde 2003, irá encerrar uma curta turnê européia. A excursão terá início no dia 02 de dezembro na cidade de Hamburgo, na Alemanha, local onde os Beatles iniciaram sua fama.

"É a minha chance de levar nosso atual espetáculo para onde tudo começou", disse o músico em seu site nesta quinta-feira. "Começando em Hamburgo, terminando em Londres e agitando tudo que estiver pelo caminho - estou animado em terminar o ano em grande estilo". A turnê passará também por Berlim, Paris e Dublin.

Fonte: http://musica.ig.com.br/noticias/2009/10/22/mccartney+anuncia+grande+show+em+londres+no+natal+8908026.html

Exposição tem objetos de John Lennon jamais vistos pelo público


John Lennon passou os últimos nove anos em Nova York. O amor que o ex-Beatle tinha pela cidade é retribuído por uma exposição inédita sobre esse período da vida do músico.
Quase todas as peças foram cedidas por Yoko Ono. Roupas que John Lennon costumava usar quando passeava pelas ruas de Nova York e brincava com os fãs no Central Park.

A camiseta com o nome da cidade, com a qual foi fotografado, as três últimas guitarras que ele usou em shows, manuscritos das canções que escreveu em Nova York. Para o curador da mostra, Craig Inciardi, a peça mais importante é o piano que John e Yoko tinham no quarto, ao lado da cama.

A célebre 'Imagine' começou assim, rabiscada no bloco de um hotel. O rock 'New York City' é uma declaração de amor à cidade onde ele passou seus últimos nove anos, de 1971 a 1980. "Nova York é o centro do império americano e o centro da terra, a nova Roma", ele escreveu, "e é onde está começando a revolução".

Uma foto mostra o par de óculos ensanguentado que John estava usando quando foi baleado na porta de casa, em 8 de dezembro de 1980, por um homem que o perseguia há dois meses e que está preso até hoje.

Yoko fez questão de mostrar na exposição o saco de papel onde recebeu, junto com o corpo, as roupas e objetos que John Lennon estava usando. Ela pede que os visitantes assinem um manifesto dirigido ao presidente Obama, para que ele torne mais rigorosas as leis de porte de armas.

Quase um milhão de pessoas foram mortas por armas de fogo nos Estados Unidos desde que John Lennon foi assassinado. Mais de dez mil assinaturas já foram recolhidas. Uma forma de homenagear o artista que ousou imaginar um mundo em que todos vivam em paz.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Imagens raras dos Beatles Descobertas

A filmagem foi feita durante uma apresentação da banda na cidade britânica de Blackpool em agosto de 1963, quando a beatlemania estava começando.

Mark Hayward encontrou as imagens em um leilão no fim dos anos 90.

Elas serão vendidas em um DVD que será lançado juntamente com o novo livro de Hayward, The Beatles, On Camera, Off Guard 1963-1969.

O livro deve ter mais de 200 fotos da banda. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
fonte:

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Capa do CD e DVD Divulgadas


Novo disco de Paul tme canções divulgadas




Foi divulgada a lista com as músicas que vão compor o próximo lançamento do músico Paul McCartney, o CD e DVD “Good Evening New York City”. Este novo trabalho ao vivo do ex-Beatle tem o lançamento agendado para o dia 23 de novembro.

“Good Evening New York City” traz o registro de cenas captadas durante três apresentações de MacCartney realizadas em julho passado no Citi Fields, em Nova York. Além de músicas de sua carreira solo, há no repertório canções do Wings e, claro, muitas dos Beatles.

Abaixo o conteúdo do CD e do DVD:

Disc 1
01. Drive My Car
02. Jet
03. Only Mama Knows
04. Flaming Pie
05. Got To Get You Into My Life
06. Let Me Roll It
07. Highway
08. The Long And Winding Road
09. My Love
10. Blackbird
11. Here Today
12. Dance Tonight
13. Calico Skies
14. Mrs Vandebilt
15. Eleanor Rigby
16. Sing The Changes
17. Band On The Run

Disc 2
01. Back In The USSR
02. I’m Down
03. Something
04. I’ve Got A Feeling
05. Paperback Writer
06. A Day In The Life / Give Peace A Chance
07. Let It Be
08. Live And Let Die
09. Hey Jude
10. Day Tripper
11. Lady Madonna
12. I Saw Her Standing There
13. Yesterday
14. Helter Skelter
16. Get Back
17. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band / The End

DVD
01. Drive My Car
02. Jet
03. Only Mama Knows
04. Flaming Pie
05. Got To Get You Into My Life
06. Let Me Roll It
07. Highway
08. The Long And Winding Road
09. My Love
10. Blackbird
11. Here Today
12. Dance Tonight
13. Calico Skies
14. Mrs Vandebilt
15. Eleanor Rigby
16. Sing The Changes
17. Band On The Run
18. Back In The USSR
19. I’m Down
20. Something
21. I’ve Got A Feeling
22. Paperback Writer
23. A Day In The Life / Give Peace A Chance
24. Let It Be
25. Live And Let Die
26. Hey Jude
27. Day Tripper
28. Lady Madonna
29. I Saw Her Standing There
30. Yesterday
31. Helter Skelter
32. Get Back
33. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band / The End

Fonte: http://territorio.terra.com.br/noticias/?c=21099

terça-feira, 6 de outubro de 2009

A construção de uma marca eterna


Num ano marcado pela morte de Michael Jackson, em que as melhores esperanças da combalida indústria fonográfica estavam depositadas na enorme procura por seus álbuns e coletâneas, os Beatles surgem para bater todos os recordes de vendas de CDs. Sim, 40 anos após seu término, a banda formada por Paul, John, George e Ringo, os quatro garotos de Liverpool, mostra que continua a ser uma das marcas mais poderosas do planeta. O nome Beatles e tudo o que ele representa -- rebeldia, revolução, qualidade e inovação -- ainda hipnotiza a geração de filhos e netos de seus primeiros fãs.

Em meados de setembro, a banda chegou ao topo da lista dos álbuns mais vendidos da revista americana Billboard, principal indicador de vendas de discos nos Estados Unidos e termômetro da indústria fonográfica mundial. O lançamento dos 14 álbuns dos Beatles em versão remasterizada, a cargo da EMI, detentora dos direitos, levou milhões de consumidores às lojas. Em cinco dias, 2,3 milhões de cópias de CDs simplesmente desapareceram das prateleiras. A procura fez com que os Beatles tivessem cinco entre os dez álbuns mais vendidos do ranking geral da Billboard, batendo a marca do próprio Michael Jackson (que tem três discos entre os dez mais vendidos do ano) e de estrelas populares, como o rapper Jay-Z e a cantora Beyoncé. Simultaneamente ao lançamento dos CDs, a emissora MTV e a distribuidora Viacom lançaram o Beatles Rock Band, videogame adaptável a vários tipos de console, que, em apenas uma semana, entrou para o grupo dos cincos jogos mais vendidos nos Estados Unidos, na Europa e no Japão. A expectativa é que sejam vendidos 5 milhões de cópias do game até o fim do ano. "Ninguém ignora que os Beatles são provavelmente a marca musical mais forte que já houve, mas a capacidade de renovar seu apelo comercial sempre surpreende", diz Luiz Garcia, gerente de marketing estratégico da EMI Brasil, responsável pela distribuição dos álbuns da banda no país.

Quase ninguém discorda de que há um abismo de qualidade entre a produção musical dos Beatles e do rapper Jay-Z, mas não é só isso que faz de John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison ícones da música até hoje. Há muito marketing -- bom marketing -- por trás da marca Beatles. Uma das táticas para preservar sua mística é manter longos hiatos entre cada leva de lançamentos de produtos que recebem a grife. Desde que os quatro músicos se separaram, em 1970, houve apenas quatro grandes "ondas". Em 1987, lançaram seus álbuns em CD -- depois que as outras grandes bandas, como Rolling Stones e Pink Floyd, já haviam feito a digitalização de suas músicas. O segundo grande lançamento só veio em 1995. Batizado de Anthology, o projeto reuniu os ex-integrantes Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison para a gravação de três álbuns com músicas inéditas deixadas por John Lennon, assassinado 15 anos antes. Em 2000, lançaram o álbum Beatles 1, a primeira coletânea de grandes sucessos do grupo. A procura foi tão grande que o CD entrou para o Guinness Book como o álbum que vendeu mais cópias no menor espaço de tempo em toda a história: 13,5 milhões de cópias no primeiro mês. "Esse é o tempo do amadurecimento de uma geração", diz Alejandro Pinedo, diretor-geral da consultoria Interbrand no Brasil. Para Pinedo, trata-se de uma estratégia semelhante à adotada pela Disney na exploração comercial de seus clássicos. A empresa criada por Walt Disney costuma dar um intervalo de sete anos entre os lançamentos de novas versões de desenhos como Cinderela ou Branca de Neve. Na prática, ao programar esses intervalos, os Beatles conseguem renovar constantemente sua legião de fãs. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos e divulgada em agosto pelo Pew Research Institute, especializado em comportamento, mostrou que os Beatles estão entre as quatro bandas favoritas por gente de todas as faixas etárias. A pesquisa também constatou que os Beatles estão em segundo lugar entre os astros pop mais admirados por jovens de 16 a 25 anos, logo atrás de Michael Jackson.

Colaboração: Breno Augusto

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0953/marketing/construcao-marca-eterna-501719.html

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Novo CD e DVD de Paul a Caminho


O ex-Beatle Paul McCartney vai lançar um CD/DVD no dia 23 de novembro. A álbum é baseado na apresentação do cantor no novo estádio do New York Mets, Citi Field, em Nova York, em julho.

"Good Evening New York City" sairá em dois CDs e um DVD, mas ganhará também uma versão de luxo com um DVD a mais com a performance de Macca no Ed Sullivan Theatre, para o programa de David Letterman. O álbum será lançado também em vinil.

Paul McCartney interpretou músicas do Beatles, do Wings e da carreira solo nos dias 17, 18 e 19 de julho. Ele havia tocado no local, ainda na época do Shea Stadium, com os Beatles em 1965.

"Foram três grandes shows para a banda e para mim pessoalmente. Foi emocionante estar de volta à abertura de um novo estádio no local do velho Shea Stadium onde nós tocamos há 44 anos", contou.

A apresentação contou com 33 músicas em mais de 2h30 de show filmadas com 15 câmeras de alta-definição.

Fonte: http://www.sidneyrezende.com/editoria/esquinadamusica

segunda-feira, 28 de setembro de 2009


RIO - Quatro décadas após o fim do grupo, pode ser difícil para muita gente perceber o quanto os Beatles fizeram em oito anos de carreira discográfica. O relançamento de seu catálogo oficial, agora decentemente remasterizado - corrigindo as falhas da primeira safra em CD, de 1987 -, talvez não deixe dúvidas. Quem ouvir os discos em sequência acompanhará a evolução (e as revoluções estéticas) de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, que, após ressuscitarem o rock com doses de energia e ingenuidade, ampliaram as fronteiras do gênero.

Os CDs ganharam minidocumentários, com duração de três minutos em média, que trazem imagens ou vídeos relativos ao período de cada título, e áudios com os Beatles contando detalhes sobre as gravações - bônus que, segundo informa a EMI, estarão disponíveis apenas nas primeiras tiragens dessa nova $ção. Os encartes foram encorpados por textos e muitas fotos. Para um grupo que sempre soube usar da imagem como aliada - incluindo os dois longas-metragens, "A hard day's night" (1964) e "Help" (1965), que traziam embutidos os conceitos dos videoclipes -, as novas fotos, muitas inéditas, são deliciosos petiscos para os fãs.

Quanto ao principal, o repertório, nada de extras, sejam gravações ao vivo ou sobras de estúdio, apenas as faixas que constavam nas versões britânicas dos discos - $ó a partir de "Sgt. Pepper's...", em 1967, as edições americanas (reproduzidas em muitos outros países, incluindo o Brasil) passaram a acompanhar as originais. Os responsáveis pela reedição parecem confiar no poder da música dos Beatles e também na sobrevivência do formato CD - até hoje, as gravações do grupo não são vendidas por >sav

Se em seus quatro primeiros anos eles soam ingênuos, a partir de "Rubber soul" (1966) foram inovadores, transgressores e quase sempre geniais. Adjetivos que ainda hoje também se aplicam a "Revolver", "Sgt. Pepper's...", "The Beatles" (o "Álbum branco", em 1968) e "Abbey Road".

fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/09/21/beatles-remasterizados-nao-deixam-duvidas-sobre-valor-dos-fab-four-para-musica-pop-767706934.asp

Colaboração: Breno Augusto

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Plastic Ono Band - John Lennon, 1970



Plastic Ono Band - 1970

Classificação: *****

por Anderson Nascimento

Quando Paul McCartney declarou oficialmente o fim dos Beatles, no início de 1970, ninguém ficou tão p da vida quanto John Lennon. Restou então cada um seguir a sua vida em busca de uma inevitável e promissora carreira solo.

Paul se antecipou e lançou “McCartney” um disco caseiro, onde o mesmo toca todos os instrumentos e mistura músicas que estavam incompletas ainda da fase Beatles com passagens de som. George Harrison surpreendeu a todos e lançou um álbum triplo de inéditas, despejando todo o seu potencial podado pela dupla Lennon e McCartney. Ringo Starr só viria a lançar um álbum de Rock em 1973, pois com o fim dos Beatles o batera lançou um álbum com Standarts e outro de Blues, ambos em 1970.

Lennon, tido pela crítica como o Beatle mais áspero, revoltado, expôs a sua vida, suas mágoas e tudo mais que ele estava sentido com o fim da banda, logo no primeiro álbum solo. Tal atitude fez o mundo compreender que Lennon tinha algo a dizer sobre aquele momento complicadíssimo para todos, principalmente para os fãs. De certa forma o lançamento desse álbum fez com que as pessoas percebessem que por trás da imagem de um Lennon revoltado existia um cara extremamente dócil, humano e cheio de pontos fracos, como todo mundo.

John divaga sobre temas de tamanha profundeza que leva o ouvinte a engolir a seco em determinados momentos. O álbum é tão pessoal que em determinados momentos parece que estamos lendo um diário. Lennon abre o disco falando de sua infância e do abandono de seus pais, com a sentimental “Mother”. Da mesma forma que ele abre o álbum falando de sua mãe, ele também o encerra cantando uma demo emocionante, direta e seca, “My mummy´s dead”, onde lembra o trágico acidente que levou a sua mãe, fechando também o ciclo do disco.

É nesse estilo que o disco funciona, os temas são sempre sobre a sua vida pessoal, é o caso de “Isolation”, “Hold On”, “Remmember”, “Look at me”, “Working Class Hero”, até chegar em “God”, onde John claramente manda um recado para os amigos Beatles e diz ao mundo a famosa frase “O Sonho Acabou”.

Musicalmente o disco não deixa a desejar, trazendo ainda ecos do álbum branco, explorando a veia roqueira de Lennon, como nas pauleiras “Well, well, well” e “I find out”. Outro atrativo é a banda de amigos de longa data formada para tocar nesse álbum: Ringo na bateria, Klauss Voorman no baixo, além da participação de Billy Preston nos teclados. Mas no fundo têm-se a impressão de o do disco ser um grande ensaio que virou o álbum.

Após misturar tudo isso, incluindo também a interpretação emocionada e verdadeira, Lennon registrou o disco mais pessoal e dramático da história, fazendo com que as pessoas conhecessem enfim o mito John Lennon.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Beatles no Topo


Os relançamentos dos Beatles venderam 626 mil cópias nos Estados Unidos esta semana. Até a semana do lançamento, os Beatles tinham vendido 635 mil álbuns na América, o que eleva a soma para 1 milhão 261 mil cópias. A revista "Billboard" informa que desde 1991 os Beatles sempre venderam mais de 1 milhão de cópias por ano na América de toda sua obra. O melhor ano foi 2000, quando o lançamento da coletânea "1" elevou a soma para 7 milhões 289 mil cópias.


A parada principal da "Billboard" é só para discos atuais, mas há duas paradas paralelas que são dominadas pelos Beatles. Na de Top Comprehensive Albuns, para lançamentos em qualquer época, "Abbey Road" ficou em terceiro, "Sgt Pepper's" em quinto, o álbum branco em sétimo, "Rubber soul" em oitavo e "Revolver" em décimo.

Na parada de Top Pop Catalog Albuns, para discos com mínimo de 18 meses de lançados, os Beatles ocupam os nove primeiros lugares com "Abbey Road" em primeiro lugar. As duas caixas são lançamentos novos, por isso estarão na parada pincipal. A caixa em stereo no 15º lugar com vendas de 26 mil unidades e a caixa em mono no 40º lugar com 12 mil unidades.

Na Grã-Bretanha quatro discos entraram no Top Ten. "Sgt Pepper's" em quinto, "Abbey Road" em sexto, "Revolver" em nono e "Rubber soul" em décimo. Americanos e britânicos deram preferência à produção dos Beatles de "Rubber soul" (1965) em diante. Na lanterna ficou a trilha de "Yellow submarine."

fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/jamari/posts/2009/09/16/beatles-nas-paradas-dos-eua-gra-bretanha-223642.asp

Colaboração: Breno Augusto

Paul é eleito o beatle favorito dos EUA, mas 22% dizem não gostar da banda



Pesquisa do instituto Zogby ouviu 4.837 adultos norte-americanos.
Relançamento de CDs e game fizeram ressurgir interesse pelo grupo.

Da Reuters

Paul McCartney encabeçou a lista dos Beatles favoritos nos EUA, mas quase um quarto dos entrevistados disse não gostar do grupo de rock britânico.

Além disso, três por cento dos 4.837 adultos norte-americanos consultados na pesquisa disseram não conhecer a música dos Beatles bem o suficiente para decidir.

Quase 30% dos entrevistados escolheram McCartney, em comparação a 16% que escolheram John Lennon, 10% que optaram por George Harrison e 9%, Ringo Starr.

"Norte-americanos acima de 30 anos ou de 65 anos amam Paul", disse John Zogby, presidente da Zogby International, que realizou a pesquisa. "Devem ser as canções de amor e 'Yesterday'. O interessante é que John é o mais votado das pessoas que nunca vão à igreja", acrescentou ele.

Sobrevida

Os Beatles estão desfrutando um renascimento nas paradas de sucesso graças ao relançamento dos álbuns remasterizados do grupo, visto como o mais bem sucedido de todos os tempos. Também foi lançado ogame "The Beatles: Rock band", que coloca o jogador na pele dos músicos do quarteto.

A banda vendeu 626 mil cópias durante a semana que terminou em 13 de setembro. "Abbey Road" e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" estão entre os mais vendidos.

A Disney informou que vai fazer uma nova versão em 3D do desenho animado "Yellow Submarine" de 1968.

Zogby atribuiu a popularidade de McCartney à sua aparência, sua longevidade e ao fato de ainda estar fazendo música.

Os 22% que disseram não gostar dos Beatles podem ser parte do "grupo dos que dizem não a tudo", acrescentou ele.

A maioria dos que disseram não estar familiarizados com a música do grupo tem 70 anos ou mais.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1307289-7084,00-PAUL+MCCARTNEY+E+ESCOLHIDO+O+BEATLE+FAVORITO+DOS+EUA.html

Colaboração: Breno Augusto

sábado, 12 de setembro de 2009

Beatle no Topo


Espera-se que os Fab Four ocupem cinco posições entre os Top 20.'Abbey Road' e 'Sgt Pepper's' serão os mais vendidos, diz empresa.

Os Beatles parecem prestes a dominar as paradas britânicas novamente nesta semana. Com o lançamento de versões remasterizadas dos álbuns da banda, que foram postos à venda na quarta-feira (9), e um videogame interativo, espera-se que os Fab Four ocupem cinco posições entre os Top 20 e induzam a um breve retorno da "Beatlemania", com filas nas grandes lojas de Londres.

A Companhia Oficial das Paradas disse que 15 álbuns da banda devem ficar entre os 75 mais vendidos até domingo (13). A empresa ainda previu que os relançamentos de "Abbey Road" e "Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band" serão os mais vendidos.

"Esses resultados para os relançamentos indicam que a 'Beatlemania' está viva e vai muito bem", disse o diretor-gerente Martin Talbot.

"Ainda temos três dias de vendas para contabilizar, mas já está claro que o apelo duradouro dos Beatles não dá sinais de diminuir."

fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1300535-7085,00-BEATLES+DEVEM+DOMINAR+PARADAS+BRITANICAS+NOVAMENTE+COM+REMASTERS.html

Colaboração: Breno Augusto

Alguma banda consiguirá tamanha popularidade?



Colaboração: Toledo

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Revista Rolling Stone Traz Beatles na Capa


A Revista Rolling Stone desse mês (setembro, mês dos Beatles) traz o nosso quarteto preferido na capa e uma volumosa matéria intitulada "Por que os Beatles Acabaram?". Compre já!!!

Crítica do Jogo Rock Band


Crítica: The Beatles Rock Band
Um game essencial aos fãs da banda, do gênero dos games e amantes da música em geral
09/09/2009Steve Weintraub

No fim de semana passado eu fiz algo que sonhava desde o anúncio do game em 2008: finalmente joguei The Beatles: Rock Band. O título, um casamento entre a banda e o jogo Rock Band, é tudo o que eu esperava e mais. Da abertura do game aos interlúdios narrativos no Modo de História, os criadores de Rock Band, a Harmonix, fizeram um jogo que os fãs dos Fab Four vão apreciar e que vai apresentar o grupo a toda uma nova geração.

De cara, a abertura do jogo faz os dois primeiros Rock Band pareceram coisa de amador. Eu e os meus amigos - que rapidamente cruzaram Los Angeles quando souberam que o game havia chegado em casa - ficamos sentamos calados, cativados pela animação e música dos créditos iniciais. Com as músicas dos Beatles nas mãos, a equipe criativa não poupou esforços para tornar cada número musical único em termos de design. A Harmonix honrou a banda e suas centenas de milhões de fãs ao redor do mundo ao compreender como traduzi-las em uma interessante e imersiva experiência interativa.

Quando você liga o game pode optar pelo Modo de História ou Quickplay (partida rápida), modo em que todas as 45 canções ficam disponíveis sem a necessidade de destravamento. Meus Beatles caseiros selecionaram o primeiro modo - e começamos a tocar as músicas da primeira fase da banda, no melhor estilo "Yeah Yeah Yeah". Três horas depois, já estávamos imersos no estúdio experimentando os álbuns do meio de carreira.

Nesse modo, cada fase dá aos jogadores um certo número de canções que devem ser completadas para que se alcance o próximo nível. Na transição, o game mostra uma animação breve, com excelente qualidade de vídeo - e percebi que não era o único a achá-las excelentes, já que ninguém queria sair da sala para ir ao banheiro ou pegar bebidas durante elas.

O que não muda em relação aos Rock Band anteriores é a jogabilidade. Essencialmente, Beatles Rock Band é o mesmo game quando o assunto é apertar botões. A única novidade é a harmonia vocal. Afinal, não seria um game dos Beatles sem a possibilidade de até três jogadores cantarem juntos determinadas passagens das músicas, o que é sensacional. As instruções na tela de quem cantar, como cantar e quando entrar são bastante claras e não houve qualquer dificuldade em aprender.

Esse novo recurso ilustra uma das razões pelas quais Rock Band é um dos melhores games de todos os tempos para se jogar em grupo: ele faz com que as pessoas partilhem juntas seu amor pela música, premiando individualmente os jogadores e coletivamente o grupo, pela sua união.

O tempo passou voando e o fim de semana acabou. Infelizmente, não dá pra reunir os amigos durante a semana pra jogar e eu precisava escrever esta crítica, então não pudemos jogar até o fim. Mesmo assim, posso dizer que The Beatles: Rock Band é um jogo fantástico. Os instrumentos de Rock Band ou Guitar Hero World Tour que você eventualmente já possui em casa devem funcionar perfeitamente bem com o título - mas se você tem um dinheiro extra, a chance de ter as réplicas dos instrumentos da banda só aumenta a diversão. Enfim, The Beatles Rock Band é essencial para os fãs da banda, fãs do gênero dos games e amantes da música em geral.

Ah, e se você está preocupado com as músicas dos Beatles que faltam (o game só tem 45 delas), a Harmonix anunciou que lançará álbum a álbum mensalmente a partir de 20 de outubro com o disco Abbey Road, seguido por Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band em novembro e Rubber Soul em dezembro.

Fonte: http://www.omelete.com.br/game/100022028/Critica__The_Beatles_Rock_Band_.aspx

Colaboração: Breno Augusto

Nove Coisas Para Saber Sobre os Beatles

1) Com os loops da música Tomorrow Never Knows, do álbum Revolver, de 1966, eles anteciparam em 15 anos o que viria a ser conhecido como sample;

2) Em uma época em que as rádios padronizaram o single de três minutos, os Beatles sacaram Hey Jude, em 1968, que tinha 7 minutos e 12 segundos. Com o sucesso da música, as rádios entenderam que desde que a canção fosse boa, as pessoas iriam ouvi-la, o que quebrou o estigma anterior. Hey Jude é o single mais bem-sucedido da história dos Beatles, e só perde em tamanho para American Pie, de Don McLean, que supera oito minutos;

3) Em 2001 o aeroporto da cidade natal da banda passou a se chamar Liverpool John Lennon Airport;

4) O quarteto gravou a primeira música escondida da história (hidden track, que não está nos créditos e toca depois de um período de silêncio do disco, dando a impressão de que este já acabou). Foi no álbum Abbey Road, de 1969;

5) Depois do final da banda, em 1970, os integrantes (menos Ringo Starr) trocaram farpas via canções nos álbuns-solo. Paul McCartney gravou Too Many People, em 1971, sobre a presença constante de Yoko em tudo relativo aos Beatles nos momentos finais da banda. John Lennon devolveu com How Do You Sleep?, e a tradução do título (“Como você consegue dormir?”) diz tudo. George Harrison colocou lenha na fogueira com Sue You, Sue Me Blues (“Blues do 'me processa, te processo'”) em 1973;

6) McCartney foi assistir a um show de Jimi Hendrix três dias depois do lançamento de Sgt. Peppers’ Lonely Hearts Club Band, em Londres. O guitarrista deixou o baixista de queixo caído ao abrir a apresentação com a sua versão da música que batiza o disco dos Beatles;

7) O Fab Four foi o primeiro conjunto a abrir uma gravadora, a Apple Records. Depois, os Rolling Stones copiaram (Rolling Stones). Led Zeppelin (Swan Song), Elton John (Rocket), Emerson, Lake & Palmer (Manticore) e até Madonna (Maverick) seguiram a trilha;

8) O Concert for Bangladesh, organizado por Harrison em 1971, com a presença de estrelas convidadas como Bob Dylan e Eric Clapton, foi o primeiro evento desse tipo beneficente da história, e abriu caminho para outros como Anistia, Live Aid etc.;

9) Os vídeos de Paperback Writer e Rain, gravados em 1966, podem ser considerados os primeiros videoclipes da história.


Fonte: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2009/09/09/219858-nove-coisas-sobre-os-beatles-que-voce-deveria-saber-(mas-tem-vergonha-de-perguntar#

Colaboração: Breno Augusto